Novo Rock Brasil - Banda Lordose pra Leão

  • 30/08/2024

Novo Rock Brasil - Banda Lordose pra Leão

Quando surgiu, há 33 anos, o Lordose pra Leão era uma reunião de alunos de Comunicação Social, História e Direito da Universidade Federal do Espírito Santo. Lá, no apagar do século XX, a banda foi pioneira ao emplacar um hit musical capixaba em uma rádio de grande audiência. A música era Jullyetzsch e a Rádio era a Capital FM, da Rede Gazeta de Comunicações. Assim, no ano de 1993 a canção ficou em 1º lugar nas paradas de sucesso da emissora, à frente de clássicos como Metal contra as nuvens, do Legião urbana.

Em 1996 o Lordose lançou seu primeiro CD, Os pássaros não calçam rua. O álbum emplacou outros tantos sucessos como Sábado à noite, Desencucaê, Tudo e Homem pássaro, além da releitura do clássico Frevo mulher, de autoria de Zé Ramalho, que participa do álbum entoando Ananias e o cavalo. Na ocasião o compositor paraibano considerou que a banda capixaba havia criado uma versão heavy metal para Frevo mulher, em sua opinião definitiva, motivo pelo qual optou por participar de outra faixa. Registre-se que em 2021 Ananias e o cavalo foi incluída no CD Zé Ramalho canta com..., um dos quatro discos da caixa Zé Ramalho – O garimpo das raridades. Cachoeirense, Sérgio Sampaio é outro ícone da música popular brasileira homenageado pela banda, responsável por uma versão de Filme de terror. Os pássaros não calçam rua está entre os álbuns mais emblemáticos da cena capixaba, conforme destaca o jornalista José Roberto Santos Neves em Os sons da memória. Lançado em 2022 pela Cândida Editora, o livro analisa 40 discos que marcaram época na música do Espírito Santo.

Em 2001, com o álbum Todo mundo está feliz aqui na Terra, a banda emplacou mais um grande sucesso, quando a canção Um indivíduo tocou simultaneamente em todas as rádios FM da Grande Vitória. O título do disco representa mais uma homenagem da banda a Sérgio Sampaio, autor de Todo mundo está feliz, canção do LP Sociedade da Grã-ordem kavernista apresenta Sessão das 10, de 1971, regravada 30 anos depois pelo Lordose.

Em 2003 veio o CD Live in Big Field – Pior qui a Merda, gravado no Bar do Pantera, em Campo Grande, Cariacica. Dedicado à banda Merda, de Vila Velha, e lançado de modo originalmente pirata, o disco assume o slogan punk faça você mesmo. Com diversas participações, por determinação estética foi registrado de modo tecnicamente escatológico.

Em 2010 a banda volta ao estúdio para registrar Eu tenho que vomitar o meu cérebro, um disco de arquivo, recheado de músicas não incluídas em trabalhos anteriores.

Em 2021, por meio de um financiamento coletivo, o Lordose lançou o LP comemorativo de seus 30 anos de atividade. O disco é uma compilação de 14 sucessos da banda. Foi lançado pelo selo Amigos do vinil, que em 2017 havia adaptado para o formato long play o álbum de estreia, Os pássaros não calçam rua.

Em 2023, também fruto de financiamento coletivo realizado pelo selo Amigos do vinil, veio à luz o EP Descanse em paz, com quatro autorais inéditas e uma versão de O avanço da nave (George Washinton, Trilito, Daniel Santana), clássico capixaba da década de 1980.

Neste segundo semestre de 2024 a banda está lançando um novo álbum, Lordose canta Letaif, realizado com recursos da Lei Rubem Braga (Prefeitura de Vitória). O repertório destetrabalho é composto exclusivamente por músicas inéditas do compositor capixaba SandroLetaif.

Álbum, Lordose canta Letaif

Clique e Veja - Lordose Pra Leão - Os Ratos São Humanos (Vídeo Oficial)


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